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Walking the Dog

14 Nov

Oskar De Rycker, estudante do De Erasmushogeschool de Bruxelas. Um cão decidido, merece um dono à altura!

Le coeur est un métronome

7 Nov

Então não é?

Good Vibrations

5 Nov

Temos a liberdade de tudo ver e também a de escapar a nos ligarmos ou responsabilizarmos por algo. A consequência de viver assim, recorrendo a uma expressão da contabilidade, é uma espécie de “lucro cessante”, através do qual perdemos por deixar de fazer algo (por exemplo, ter um andar para alugar e não o alugar). Viver como espectador tem essa consequência. A perda está precisamente no que podíamos ter feito e não fizemos, porque tudo serve para nos entreter mas sem nos implicar.

Este trabalho de Jérémy Clapin, realizado para o Responsibility Project, uma comunidade on-line que troca experiências e divulga material diverso,encorajando a responsabilidade para com os outros, ilustra-o com humor e realismo.

Une histoire vertebrale

5 Nov

Na boa tradição clássica, Jérémy Clapin, que passou também pelo Central Saint Martins, é tocante sem deixar de revelar um humor saboroso.

Lobos

2 Nov

Nada melhor para contrastar comigo, que escrevo demais, que o suiço Rafael Sommerhalder que é a economia personificada. No seu trabalho suave, criativo e divertido, menos é realmente mais. Uma produção do Royal College of Art, London.

Vêr também Vasos de Flores.

Second Wind

15 Out

de Ian Worrel

Ideografia do canto das aves

7 Out

de Malcolm Sutherland (2005)

Nós falamos, cantamos e até gritamos uns para os outros. Tal como eles.
Que dizem? Malcolm Sutherland parece saber alguma coisa e transcreve as mensagens que cada um dos pássaros das redondezas lhe deixa no atendedor de chamadas. Depois, a escrita emancipa-se da mão, flui ao ritmo do canto e enche páginas que escurecem em mares de tinta a acompanhar a noite ou clareiam ao definir as formas da cidade no alvorecer. Como tantas vezes acontece, sem agradecermos como deve ser ou corrermos a anotar-lhes a voz.

Valsa de Bashir

5 Out

A consciência e a coragem de um realizador israelita, Ari Folman, que com 6 ilustradores e um orçamento diminuto, desenterra a história das profundezas da sua/nossa memória trágica e criminosamente selectiva e faz um filme de uma terrível beleza sobre a natureza da memória e da negação que permite que estas coisas aconteçam e se repitam.

Pela acção de apagamento poupamo-nos a um olhar para além do horizonte da sobrevivência e repousamos no simulacro em que aparentemente já expulsamos a violência, o mal, a negatividade e até a morte do nosso sistema de valores, como se cada um de nós não soubesse, no plano público e privado, que é precisamente a história que mais magoa.

Quase tão significativo como a exposição deste modus vivendi perverso, é o facto deste ser um filme israelita que denuncia um massacre onde, embora com a cumplicidade de Israel no terreno, os autores são cristãos libaneses. Não há lados bons neste conflito sem raízes históricas anteriores ao séc. XX, um século recheado de perseguições e violência mútuas. A existir um caminho para as conter seria este, mas quem são os que querem percorrê-lo?

Excerto da sequência do pomar, com “Arioso” de Bach em fundo. Inesquecível.

Regresso às Aulas

9 Set

Notável este trabalho em giz de Lucinda Schreiber. Um filme que constitui simultaneamente uma aula de animação que se serve da exposição do próprio processo.

Sem Plano Tecnológico, quadros electrónicos, ou um Magalhães para amostra, estes australianos, que ainda vivem na pré-história das metodologias da educação, contentam-se com umas salitas atarrecadas, quadros de lousa, giz, talento q.b. e imaginação. Custo zero. Bem-vindos à poesia.

Khoda

11 Jul

Obrigado a Reza Dolatabadi. Cada frame é de facto uma pintura.

Cavar o buraco com as mãos e escapar. Pisar a erva largando a tinta do corpo ao contacto. Correr o labirinto como um doido para acabar preso na contemplação da própria imagem.

Deadline

24 Jun

Sorry I’m Late

13 Jun

Yankee gal

2 Jun

de Celine DESRUMAUX, gary LEVESQUE, Antoine PEREZ & Francois PONS

Histórias do Capuchinho Vermelho

27 Maio

de Tomas Nilsson, música dos Royksopp.

Amplie p.f. o vimeo para ecran total por forma a conseguir ler.

The Lemon Tree

26 Maio

de William Campbell

Café Serré

24 Maio

por Denis Bouyer

Petit Gary

21 Maio

de Clément Soulmagnon, Yann Benedi, Sébastien Eballard & Quentin Chaillet

Sebastian’s Voodoo

20 Maio

When you’re smilling

19 Maio

Animação para a Conferência Pictoplasma 2009

Eole

18 Maio

Aurélien Martineau, Etienne Métois e Moana Wisniewski – Supinfocom Arles