A quem for útil

30 Maio

Conferência legendada em Português

por Barry Schwartz – Vale a pena vêr esta longa conferência completa. Percebe-se melhor porque está aqui.

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8 Respostas to “A quem for útil”

  1. R.P. 30/05/2009 às 0:44 #

    Fantástico orador.
    Sabedoria prática é também fazer um discurso oportuno como este.
    Junta o meu aplauso.

  2. Professora 30/05/2009 às 1:48 #

    Posso roubá-la?

    • Um zero à esquerda 30/05/2009 às 12:11 #

      Há tanta gente com responsabilidades a precisar de ver isto. Vai ao ted e copia o endereço do link

  3. Professora 30/05/2009 às 17:45 #

    Obrigada.

    É sempre uma surpresa boa ver e ouvir alguém conceituado falar do que tem acompanhado a minha vida profissional e não só, e recolocar o que está fora de moda e é contra a corrente.
    Importante também é registar como esta entrevista e a de José Gil se tocam e em alguns aspectos se sobrepõem.
    Felizmente que assim é!

    • Um zero à esquerda 30/05/2009 às 18:43 #

      Creio que somos nós, os não professores, que temos de agradecer. Apercebi-me disso quando vi “A Turma”. É uma questão de cidadania, afirmar a necessidade de olhar para a questão do ensino. Não para aquela que tem estado no centro das atenções, a da engenharia do ensino, mas para a da finalidade do ensino. Quando houver menos poeira, voltaremos a este assunto. A questão é transversal a toda a sociedade.
      É inexplicável que continuemos alheados do que se está a passar. O próximo ano lectivo, será um ano em que a perda de vínculos, de afectos, de motivação se fará sentir. É urgente inverter esta lógica e salvar a escola, tanto quanto questionar como sociedade que escola queremos. Os neo-liberais querem uma de competências, sem professores. Esta é uma das questões ideológicas mais importantes da actualidade, porque foi a escola que formou e reproduz esta linha de pensamento. Os técnicos deste m(in)istério limitam-se a debitar o que aprenderam e o ensino lá vai vogando, de reforma em reforma, à mercê da mediocridade e isso não vem de agora, nem sequer deste governo.
      O problema é que tudo isto passa pelos ecrans e jornais como normalidade. Até a afirmação de Maria de Lurdes sobre a possibilidade de se inverterem os papéis e serem os alunos a avaliar os professores. A ministra não tem culpa ou terá apenas a de ter aceite uma tarefa para a qual não está preparada.
      Culpa temos nós se continuarmos a encolher os ombros.

  4. Professora 30/05/2009 às 19:11 #

    As engenharias do ensino têm o mérito de revelar “a finalidade” que servem. Acho eu… ou será que estou enganada?
    No entanto, e reconhecendo que em determinados momentos é necessário desmontar as engenharias do ensino (para determinada opinião pública isso é que é importante), não posso deixar de lamentar que muitos se tenham centrado nessa engenharia. Incluindo muitos professores.

  5. Professora 30/05/2009 às 19:19 #

    A este propósito…

    Não é por acaso que na Sic Notícias se ouve, neste momento, o discurso de José Sócrates centrado nas engenharias do ensino ou seja numa série de mentiras, porque nem essas são minímamente sérias.

    • Um zero à esquerda 30/05/2009 às 19:52 #

      Eu nem sabia que o homem conseguia abarcar o conceito. Ou ouviu falar disso ontem ou refere-se a uma coisa diferente daquela de que falamos. Não brinco. Acho mesmo isso.

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